Esgravato silêncios na penumbra da minha alma tentado chegar à sombra do meu olhar. Renasço suspiro em suspiro libertando-me de outras mortes, de outras faces. Segredo ao poema a cumplicidade de cada palavra para que não se afogue a mensagem. Soltam-se da palma da minha mão murmúrios de olhos inchados que se dissipam no orvalho de cada manhã.
Penso-te numa folha que se aninhou no meu regaço.
Penso-te numa folha que se aninhou no meu regaço.

4 comentários:
Guarda essa folha. Nunca a deixes voar....
Um beijo, Vanda
Pensas e pensas muito bem ...!
Beijocas
que delícia!
um beijo
"Penso-te numa folha que se aninhou no meu regaço" pensamento maravilhoso, terno, doce, calmante e saudoso.
Beijos
Enviar um comentário