À delicadeza de um toque,
não fugirei.
À verdade do peito,
me entregarei.
A razão dos Homens,
seguirei.
Com o sol, a lua e o mar
me completarei.
Do silêncio, da saudade,
do sentimento e da palavra
não abdicarei.
De ti criança, serei mãe.
(as lágrimas, no passado, ficarão)
Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008
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4 comentários:
Um poema de profundos sentires!
E que essas lágrimas fiquem mesmo no passado e sejam substituídas por Luz e Alegria.
Beijinho
MV
Ainda antes de ler o teu poema vi ali ao lado a garrafita... mas depois vi que era para coleccionadores e percebi que não é para mim... :))
As tuas palavras poderiam ser minhas... tirando as lágrimas, que me vão acompanhar sempre...
Beijo grande, Vanda
" FALAVAM-ME DE AMOR
Quando um ramo de doze badaladas
se espalhava nos móveis e tu vinhas
solstício de mel pelas escadas
de um sentimento com nozes e pinhas
menino eras de lenha e crepitavas
porque do fogo o nome antigo tinhas
e em sua eternidade colocavas
o que a infância pedia às andorinhas.
Depois nas folhas secas te envolvias
de trezentos e muitos lerdos dias
e eras um sol na sombra flagelado.
O fel que por nós bebes te liberta
e no manso natal que te conserta
só tu ficaste a ti acostumado."
Natália Correia
Para ti e para os teus, um excelente 2009
Com amizade
Luis F
Marta
Obrigada pelas tuas palavras
Beijinhos
...........
Maria
eu também já coleccionei uns cálices daquilo já... cada um guarda onde quer eheheh
conheço as tuas lágrimas, sei que serão sempre a tua companhia
beijo enorme
........
Luis
Como sabes que gosto de Natália Correia???
Obrigada
Beijos e tudo de bom para ti
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