Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011

Para esquecer

Agora, que acabaram os segredos

Nascem-me vazios nos dedos

Enquanto a boca me sabe a silêncio



O caminho alonga-se pela espera

A madrugada despe-se a sorrir

Enquanto a noite lhe deseja os lábios



Amanhã o sol vai aparecer quente

O peito vai florescer de saudades

E o poema volta para esquecer

1 comentários:

Maria disse...

Que o poema te aqueça bem o coração. E o olhar...

Beijos.